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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
MATÉRIA SOBRE OS PRODUTOS LIBERADOS PARA CONTROLE DA HELICOVERPA.
A matéria chama a atenção dos técnicos e produtores para o uso eficiente dos produtos que foram liberados para o controle da Helicoverpa.
Combate à Helicoverpa armigera: “Produtos liberados não devem ser misturados”
domingo, 28 de julho de 2013
SOJA INTACTA RR2 PRO, COM SUPRESSÃO À HELICOVERPA
A
Monsanto começou a comercialização da soja INTACTA RR2 PRO. A tecnologia
promete maior produtividade, tolerância ao herbicida glifosato e controle das
principais lagartas. De acordo com a empresa, a INTACTA RR2 PRO é resistente à
lagarta da soja, à lagarta falsa medideira e à broca das axilas. Afirma ainda
que a tecnologia fornece supressão às lagartas do tipo elasmo e do gênero
Helicoverpa (Helicoverpa zea e Helicoverpa armigera). O custo inicial
será de R$ 115 por hectare, que poderá ser pago juntamente com a semente.
Segundo
William Gimenes / CDI Public Relations, o termo técnico-científico “supressão” neste
caso, é utilizado porque, durante os testes realizados em laboratórios, casas
de vegetação e campos demonstrativos na safra 2012/13 em várias regiões do
Brasil, os pesquisadores da Monsanto observaram que 95% das lagartas do gênero
Helicoverpa não se proliferam. Para ser controle, essa porcentagem teria que
ser de 100%.
Imagens
quarta-feira, 17 de julho de 2013
HELICOVERPA ARMIGERA JÁ ATACOU MAIS DE 60 ESPÉCIES DE PLANTAS
Informações importantes para quem quer conhecer e manejar esta praga. Não deixem de ler os artigos recomendados nesta publicação.
Boa leitura a todos.
Helicoverpa armigera já atacou mais de 60 espécies de plantas
segunda-feira, 24 de junho de 2013
SOJA INTACTA
O plantio de soja avançou pela
região da fronteira agrícola brasileira. Trouxe uma expansão na exploração
territorial e econômica que possibilitou expressiva melhoria socioeconômica em
regiões historicamente com baixos níveis de renda. O Índice de Desenvolvimento
Humano – IDH das cidades que produzem soja encontram-se entre os mais altos do país,
destacando a importância da cultura no desenvolvimento social.
O uso de tecnologias no cultivo
da soja permite a realização do plantio em regiões de Cerrado, que são solos
naturalmente de baixa fertilidade e, o encurtamento do ciclo de produção
possibilitou a expansão da segunda safra de milho e do algodão no Brasil. O ano
de 2012 marcará a historia agrícola brasileira por ter sido o primeiro ano no
qual a segunda safra de milho superou a primeira. A tecnologia viabilizou a
economia de recursos naturais ao permitir duas safras em um único ano.
Na verdade, em algumas regiões,
junto com o plantio da segunda safra de milho faz-se o plantio de capim, que
permite pastoreio do gado após a colheita do milho. Esse “novo sistema” de
produção permite fazer três usos alternativos e consecutivos da mesma área:
soja na primeira safra, milho na segunda e capim para produção animal.
O uso da biotecnologia nas
lavouras da soja ganharam espaço nos últimos anos. Pesquisas indicam que 88% da
área plantada com soja faz uso de material geneticamente modificado e
resistente ao glifosato. Agora surge uma tecnologia que associa a tolerância ao
glifosato com a resistência a lagartas, que é a Soja Intacta. Acessem o
endereço eletrônico abaixo e obtenham maiores informações sobre esta
tecnologia.
Imagens disponíveis em:
sojaambiental.blogspot.com
www.diarioliberdade.org
quinta-feira, 6 de junho de 2013
LIVROS DE AGRONOMIA PARA DOWNLOAD
Caros Colegas,
Neste site existem diversos livros, alguns bons e outros nem tanto, mais vale a pena ver. SÃO EXEMPLOS.
Mundo do Livro: Download Grátis: Livros de Agronomia: Total: 98 Coletânea sobre assuntos rurais
Neste site existem diversos livros, alguns bons e outros nem tanto, mais vale a pena ver. SÃO EXEMPLOS.
- Brasil rural na virada do milênio: a visão de pesquisadores e jornalistas
- Avaliação da irrigação por sulcos em solo com camada de impedimento
- Dinâmica do fósforo no solo em função do manejo e da presença de resíduos em superfície
Mundo do Livro: Download Grátis: Livros de Agronomia: Total: 98 Coletânea sobre assuntos rurais
quinta-feira, 16 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
NEMATOIDES EM SOJA
Segundo
o Diário de Cuiabá, MT, os custos médios atuais para se planta um hectare de
soja está estimado em R$ 2.291, este valor equivale na região, a um valor
também estimado de 51 sacas por hectare. Valor este, acima da média estadual da
ultima safra que foi de 49,8 sc/ha. Considerando apenas o desembolso com
insumos (sementes, fertilizantes e defensivos) a conta vem pesando nas últimas
safras aos mato-grossenses. Em 2009/10 era R$ 991, passando a R$ 768 em
2010/11, a R$ 812 em 2011/12, a R$ 968 em 2012/13 e estimada em R$ 1.169 para
2013/14, o maior valor já visto no Estado.
Além
das estimativas de aumento dos custos de produção, os sojicultores devem ficar
atentos aos danos causados por nematoides. Os mais importantes para a cultura
da soja no Brasil são: Meloidogyne
javanica, M. incógnita. Heterodera glycines, Pratylenchus brachyurus e Rotylenchus reniformis. Nos últimos anos
vem se destacando os danos causados por Pratylenchus
brachyurus, visto que, o plantio de cultivares de soja suscetíveis, a
semeadura de milho após soja (ou outra cultura hospedeira), a incorporação de
áreas com solos de textura um pouco mais arenosa no sistema de plantio da soja
são fatores que favorecem a explosão populacional deste nematoide.
Os
sintomas das lavouras infestadas por P.
brachyurus são reboleiras de plantas com porte reduzido, lesões ou morte da
raiz principal desencadeando um enraizamento secundário na região do colo da
planta que geralmente apresentam áreas necrosadas e escurecidas.
Manejo
dos nematoides
Rotação
com Crotalária spectabilis, Crotalária achroleuca, uso do milheto
como o ADR 300 vem contribuindo para a redução populacional dos nematoides.
Eliminação de plantas de soja tigüera (voluntárias) e plantas daninhas
hospedeiras, uso de sementes tratadas, uso de cultivares mais resistentes como,
por exemplo, a BRSGO Chapadões. M-Soy 8378RR, BRS Aurora, CD 219RR, TMG103RR
entre outras. Para maiores detalhes, consulte sempre um consultor engenheiro
agrônomo.REFERENCIAS
www.canalrural.ruralbr.com.br
www.embrapa.br
quinta-feira, 25 de abril de 2013
NEMATOIDES EM CANA-DE-AÇÚCAR
A cana-de-açúcar
foi introduzida no Brasil por Martim Afonso de Souza no ano de 1522, que trouxe
as primeiras mudas provenientes da ilha da Madeira. Já com as primeiras
culturas instaladas, no ano de 1533 instalou-se o primeiro engenho para a
produção de açúcar, em São Vicente (ponto estratégico para exportação de açúcar
para Europa). O Brasil foi escolhido para a exploração desta cultura pela
necessidade do império Português de colonizar e explorar economicamente o território
brasileiro; existência, no Brasil, de solo e clima com características
desejáveis para a exploração da cultura; e porque, o açúcar era um produto
muito bem cotado no comércio Europeu e transformou-se no alicerce econômico da
colonização portuguesa no Brasil.
Assim como as demais culturas, a cana-de-açúcar é dependente de fatores bióticos e abióticos para
o seu pleno desenvolvimento. Entre os fatores bióticos, destaca-se a infestação
das lavouras por nematoides, que, dependendo do nível populacional reduzem a
produtividade e aumentam os custos de produção. As espécies de Pratylenchus zeae, Meloidogyne javanica e Meloidogyne
incognita são as que causam os maiores prejuízos na cultura da
cana-de-açúcar no Brasil. As perdas na
produção segundo Dinardo-Miranda (2010), são da ordem de 20% para M. javanica e de 30% para as espécies de
P. zeae, enquanto as perdas causadas
por M. incognita podem chegar a 40 a
50% da produtividade.
Controle dos nematoides na cultura da cana-de-açúcar
Uma das estratégias de controle é o uso de variedades resistentes, no entanto, não existe variedades
resistentes a todos os nematoides-chave da cultura (Pratylenchus zeae, Meloidogyne
javanica e Meloidogyne incógnita).
Prova disto, foi o trabalho realizado por Barbosa (2008) que constatou que a
variedade SP891115 é resistente à M. incógnita
e não á M. javanica. Atualmente o manejo de áreas infestadas, tem
se baseado no uso de nematicidas químicos. Um dos produtos utilizado e
registrado para uso comercial em cana-de-açúcar é o carbofuran (Furadan 50G ou
100G ou 350SC), aplicado no sulco de plantio, sobre os toletes, antes da
cobertura com solo. Em culturas já instaladas a aplicação pode ser realizada
nas soqueiras, ao lado da linha de plantio.
Para maiores informações:
BARBOSA, B. F. F. Estudo das
inter-relações patógeno-hospedeiro de Meloidogyne
incognita, M. javanica e Pratylenchus brachyurus em
cana-de-açúcar. 2008. 50 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia – Entomologia
Agrícola) – Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade
Estadual Paulista, Jaboticabal, 2008
DINARDO MIRANDA, L. L. Nematoides e
pragas de solo em cana-de-açúcar. In: Encarte Informações Agronômicas. Ribeirão
Preto, 2005. Disponível em:<www.ipni.net/publication/ia-brasil.nsf/0/B1FA4483182088.
Acesso em 15/03/2013.
Figuras disponíveis em: www.fmcagricola.com.br e www.agrofit.com.br
terça-feira, 16 de abril de 2013
DANOS NA BATATA INGLESA
A
batata inglesa, não é uma raiz tuberosa como muitos pensam, mas sim um caule
subterrâneo especializado no armazenamento de nutrientes (substâncias
amiláceas), ou também conhecido simplesmente como tubérculo. Raízes tuberosas,
como por exemplo a cenoura e a mandioca, não apresentam gemas, são estruturas
lisas, e não são utilizadas na propagação. A propagação das cenouras é
realizada via sementes (sexuada), a da mandioca é realizada via assexuada, onde
se utiliza o caule (maniva). No caso da
batata, assim como a mandioca, se utiliza o caule para a propagação. A
diferença é que um caule é subterrâneo (batata) e outro é aéreo (mandioca).
Sendo
o tubérculo a parte a ser comercializada pelos produtores, estes devem ser
atrativos, sem sintomas de ataques de pragas e doenças. Os nematoides do gênero
Meloidogyne causam galhas nas superfícies dos tubérculos, popularmente chamadas
de “pipocas” depreciando-o. Dentre as espécies
de Meloidogyne que atacam a cultura da batata, M. javanica é considerada a de
maior importância, seguida de M. incognita, M. hapla e M. arenaria, no entanto,
M. javanica é a espécie que tem causado os maiores danos à cultura.
Meloidogyne
javanica completa o seu ciclo de vida em 40 dias com produção média de 600 ovos
por fêmea. Considerando o ciclo da cultura de 90 a 120 dias este nematoide pode
passar por 2 a 3 ciclos de vida fazendo com que a população, e os danos se
multipliquem rapidamente. No Brasil, Pratylenchus brachyurus, P. coffeae e P. penetrans,
também podem ocorre nas lavouras. Destas a predominância e de P. brachyurus.
As
práticas de manejo são: rotação de cultura com plantas não hospedeiras, com a
finalidade de reduzir ao nível populacional; uso de matéria orgânica para
melhorar as propriedades físicas e químicas do solo, fazendo com que as plantas
cresçam bem nutridas e mais tolerantes aos danos, alem de contribuir com o
aumento populacional de fungos que podem ser inimigos naturais dos nematoides.
Quanto a resistência genética, não há cultivares altamente resistentes a Meloidogyne
ou Pratylenchus. O controle químico é recomendado e deve ser utilizado de forma
integrada com outros métodos de controle. A melhor forma de manejar os nematoides
e evitar sua entrada na lavoura, para isso o produtor dever usar batata semente
certificada, de procedência idônea, usar água de irrigação de fonte conhecida e
livre do patógeno, lavar os implementos agrícolas antes e após sua utilização
para a retirada de torrões.
Material de referencia em:
http://www.nematoides.com.br
segunda-feira, 8 de abril de 2013
NEMATOIDES EM CENOURA
Os nematoides formadores de
galhas como são conhecidos os Meloidogyne
spp. são causadores de perdas significativas na produção comercial de
cenouras. As galhas que se formam nas raízes são o resultado de alterações
fisiológicas e morfológicas da infecção e inicio do processo alimentar do
nematoide. Alem da redução na produtividade, a infecção com a conseguente
formação das galhas, depreciam e afetam negativamente a aceitação comercial do produto no
mercado.Em cenouras, os sintomas característicos são a bifurcação, e formação de galhas em raízes laterais. Na parte aérea, as plantas severamente infectadas apresentam sintomas de deficiência nutricional e podem murchar nas horas mais quentes do dia, uma vez que as raízes com galhas apresentam limitada capacidade de absorção e transporte de água e nutrientes.
O uso de métodos culturais (ex.
rotação de cultura com plantas não hospedeiras, uso de plantas antagonistas) no
manejo dos nematóides pode reduzir os danos. Todavia, os nematóides de galhas
possuem grande gama de hospedeiros o que dificulta a adoção deste método de
controle e requer acompanhamento de um profissional Eng. Agrônomo que lhe orientará
no planejamento das ações.
O controle químico, também, não
dispensa a orientação de um profissional. Existem poucos nematicidas
disponíveis no mercado. Na cultura da cenoura uma opção é o uso de nematicidas
fumigantes aplicados no solo como tratamento em pré-plantio.
Para o controle biológico, os
agentes mais utilizados são fungos (Arthrobotrys spp.
e Monacrosporium spp. Pochonia chlamydosporia e Paecilomyces lilacinus) e bactérias Pasteuria penetrans e espécies
de Bacillus.
Maiores informações podem ser
obtidas com a leitura do artigo escrito por Mitkowski, N.A. and G.S. Abawi. 2003. Nematoide das galhas. (Portuguese translation by
E.A, Lopes, R. Dallemole-Giaretta, and B.S.Vieira, 2011. The Plant Health
Instructor. DOI:10.1094/PHI-I-2011-03-29-01 Revised 2011.
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